Maluco demais o bóia-fria do texto. Com sutileza e marginalidade não é de graça que o cara é nome de espaço cultural, pedreira, escola e rua.
Um belo poema é seu testamento, escrito como um bilhete, 8 meses antes de morrer:
Este pode ser meu último texto.
Talvez eu repita o destino de Fernando Pessoa, aos 44 anos e do mesmo mal.
Nunca estive interessado em envelhecer, eu que sempre amei a juventude. Quero repousar em Curitiba, ao som dos Beatles, com meu kimono de faixa preta.
Saio da embriaguez de viver para o sonho de outras esferas.
Alice: por toda uma vida.
Ana: obrigado pela vida que você me deu.
Fortuna: você foi demais pra mim.
Áurea, Estrela: vou amar vocês até o fim e depois.
Morreu de cirrose hepática em 7 de junho de 1989.
Ótima reportagem produzida pela RPCTV:
Bloco 1
Bloco 2
Um belo poema é seu testamento, escrito como um bilhete, 8 meses antes de morrer:
Este pode ser meu último texto.
Talvez eu repita o destino de Fernando Pessoa, aos 44 anos e do mesmo mal.
Nunca estive interessado em envelhecer, eu que sempre amei a juventude. Quero repousar em Curitiba, ao som dos Beatles, com meu kimono de faixa preta.
Saio da embriaguez de viver para o sonho de outras esferas.
Alice: por toda uma vida.
Ana: obrigado pela vida que você me deu.
Fortuna: você foi demais pra mim.
Áurea, Estrela: vou amar vocês até o fim e depois.
Morreu de cirrose hepática em 7 de junho de 1989.
Ótima reportagem produzida pela RPCTV:
Bloco 1
Bloco 2
Até 8 de novembro, tem a exposição de Paulo Leminski no Itaú Cultural em São Paulo.
E para quem curte mesmo o poeta, eis O Bandido que sabia Latim, biografia do jornalista Toninho Vaz. (Record, 2001)


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